[FP] Weiss, Anne

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[FP] Weiss, Anne

Mensagem por Anne Weiss em Qui Jun 18, 2015 2:37 pm

Anne Weiss
Regeneração | 17 anos | Canadá | Pacific | Heterosexual
Por favor, não chore. Eu irei retirar a sua dor.
personality
Em poucas palavras, carente e altruísta. Nunca fez mal a ninguém, mas sempre foi rejeitada pelas pessoas que mais amava pela sua mutação. Tudo que ela quer é ajudar. É tímida, quieta e talvez um pouco ingênua e infantil. Com a chegada a prisão, ela se fechou para os outros, assustada. Ela nunca viveu uma situação de conflito e não se sabe exatamente como ela reagiria ao ser pressionada ao seu limite.
life story
Mamãe?

No começo, eu era apenas uma criança normal. Meus pais me amavam, me davam carinho e amor. Eu era, acima de tudo, saudável, e nenhuma suspeita caia sobre mim.

Papai?

Porém, eu comecei a suspeitar. Foi apenas um joelho ralado, mas, ao se curar completamente em alguns minutos, eu sabia que havia algo muito errado. Mamãe odiava tudo que era estranho. Uma moda extravagante era o suficiente para tirar dela a pior das suas criticas. Talvez... Fosse melhor apenas não contar para ela.

Não vão embora...

Eu trouxe um cãozinho de rua para casa. Ele estava machucado. Mamãe mandou coloca-lo na rua antes que eu ficasse doente. Mamãe não gostava de animais. Então, eu voltei para deixa-lo no parque. A pata dele sangrava e eu só queria limpar e enfaixar o corte antes de ir. Eu pensei: do que me adiantava me curar se eu não podia curar ninguém mais? Desejei tirar a dor dele e, ainda me pergunto se deveria amaldiçoar esse desejo. O corte dele se fechou e o mesmo se abriu em mim. A dor era forte e eu tive que engolir um gemido de dor enquanto meus olhos lacrimejavam. Depois de algum tempo, o corte se fechou. Mamãe brigou comigo por ter deixando o cão me sujar de sangue. Ela queimou minhas roupas. Ela não podia saber.

Não me deixem aqui...

Mamãe diz que eu tenho cara de bebê, mas eu sei que é mais do que isso. Eu estou regredindo. Meus seios eram um pouco maiores. Eu tinha mais cintura. Eu estou voltando. Isso não é bom. O que mamãe vai dizer? Eu não quero que ela fique brava comigo. O que devo fazer? O que devo fazer mamãe?

Por favor...

Sofremos um acidente. Havia sangue por todo o lado. O carro estava destruído. Doía muito. Eu vi minha mãe. Ela estava ensanguentada, pálida, morrendo... Eu precisava... Salvar minha mãe. Rastejei até ela, sentindo minha dor lentamente, muito lentamente, cedendo. Porém, foi apenas necessário tocar nela para gritar em agonia. Todo seu sofrimento foi sugado para dentro de mim. Foi o suficiente para me deixar desnorteada. Eu ouvi ao longe, como de dentro de um túnel, minha mãe gritando. Mais vozes, mais gritos. Quando me recuperei, eu estava cercada por homens armados. Eu ainda podia sentir cortes se fechando na minha pele exposta. Roxos e vergões diminuindo e desaparecendo. Eu havia sido descoberta.

Por favor, não me odeie...

Eu não conseguia me mexer. Eu me recuperava, mas não tão rápido. Doía. Como se meu corpo estivese entrando em colapso. Tudo que eu podia fazer era ficar estirada no chão, soluçando gritos. Eles me levaram dali. Ouvi murmúrios e berros, mas não conseguia me concentrar para distinguir as palavras. Quando voltei a mim, já havia sido levada, drogada e presa em um camburão rumo ao lugar em que seria presa.

Eu prometo ser uma boa menina...

Ninguém se preocupou em dar explicações. Em mandar notícias dos meus país. Nem sequer pareciam chocados. Eu estava chocada. Talvez pelo excesso se ferimentos, meu corpo passou dos limites da cura. Eu havia realmente regredido. Era como estar com oito anos novamente. Eu me sentia uma criança novamente, em vários aspectos. Pequena. Indefesa. Confusa. Ainda mais quando, na minha angústia, me feri. O pequeno corte não se curou. Haviam feito algo comigo. Não só me separado dos meus país. Não só me trançado. Eles haviam mexido em algo dentro de mim.

Eu vou ser...

Uma rachadura se abriu dentro de mim. Um corte bem profundo. Eu não tinha certeza se conseguiria me curar, ou... Ou se esse corte se abriria e daria espaço para algo sangrar dessa ferida.

Diga mamãe... O que acontece com a gente quando estamos prestes a quebrar?
delict
o relatório oficial do presídio consta como tentativa de homicídio, falsidade ideológica e distúrbio mental. Na versão deles, a prisioneira entrou em surto psicótico dentro do carro onde ambos os país se encontravam, causando um acidente que levou a morte do pai e mais quatro pessoas do outro carro e ferimentos na mãe e mais duas pessoas envolvidas no acidente. A acusada tentou silenciar a mãe l, que presenciou o ocorrido, mas com a chegada dos oficiais, fugiu e auterou a própria aparência para uma criança inocente, a fim de tentar passar oculta. Porém, as evidências do acidente e a roupa muito maior denunciaram a garça. Ela ainda tentou resistir a prisão e foi contida. Foi dado o veredito que se trata de uma pessoa mentalmente instável e sem condições de conviver em sociedade.

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Última edição por Anne Weiss em Qui Jun 18, 2015 6:20 pm, editado 6 vez(es) (Razão : acrescentando historia)
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Re: [FP] Weiss, Anne

Mensagem por Frank Scherbitsky Rose em Qui Jun 18, 2015 6:15 pm


Aprovado


Uma garota inofensível, quieta e com muita compaixão. Parece que ela só quer ajudar, mas as pessoas não são boas, cuidado. Sua história foi algo interessante, comovente.
Bem vinda a Oblivion.


● ● ●

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