[FP] Windsor, Victoria Heidi

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[FP] Windsor, Victoria Heidi

Mensagem por Victoria H. Windsor em Qui Jun 18, 2015 9:08 pm

Victoria Heidi Windsor
Dupla-Personalidade | 18 anos | França | Prisioner | Heterossexual
"Em nome de interesses pessoais, muitos abdicam do pensamento crítico, engolem abusos e sorriem para quem desprezam. Abdicar de pensar também é crime."
personality
Sua disciplina e rigidez educacional contribui muito para sua personalidade racional e precisa. Victoria apesar de meiga, carinhosa e verdadeira acaba por se esconder atrás do irmão gêmeo ou da irmã Charlotte quando se é vista em público. Não que a menina tenha vergonha, seu treinamento deixava claro que quem deveria ter total atenção eram George e Charlotte seguido de Arthur que possuía a mesma personalidade do pai.
Devido a isso, Vic gosta das coisas planejadas, chega a ser controladora e é a primeira a dar conselhos aos mais velhos quando é possível tal "abuso".
Lealdade a descreve de forma perfeita, seu rosto angelical e corpo bem delineado a faz seja bonequinha UK, apesar de se esconder nas sombras dos irmãos quando se vê sozinha acaba por mostrar sua personalidade forte e sua incrível habilidade de falar mais de 100 palavras por segundo.
No conforto da família, Vic se torna a cantora, agraciando a todos com sua voz doce e forte e como toda adolescente faz extremo uso das redes sociais e faz o mercado girar com suas compras.

life story
Não é fácil fazer parte da família real. Você tem que sorrir mesmo em momentos tristes, tem que ser solidário mesmo quando não quer ser solidário. Tem que ser a visão de pessoas perfeitas. Alguns anos atrás “Família Real” era coisas do passado. Apenas um status ou uma relíquia de um antigo mundo para o novo mundo. Até o ano de 2019 onde o mundo, desesperado por paz, resolve dar a chance para uma ação comandada por quem estava ali há mais tempo.
A guerra na Síria já durava anos e absolutamente nada conseguia impedir aqueles homens de destruírem tudo que fosse contra suas crenças. Tropas de todos os continentes foram enviadas assim que o país começou atingir diversos lugares do mundo com suas bombas. Com aquela quase ultima tentativa, a Família Real Britânica interviu, comandando a sua maneira uma operação na Síria. Operação essa que foi sucesso, deixando poucos feridos e um mundo agradecido. A vida do então Rei William, sua mulher e seus dois filhos ficaram de cabeça pra baixo. Tendo que governar o Reino Unido, os cuidados e atenção aos filhos se tornaram mínima. Mas os dois não contavam com mais uma surpresa em suas vidas: Em 2022 foram agraciados com a vinda de mais dois filhos e o melhor – ou pior - eram gêmeos.

Victoria Heidi e Arthur Klaus nasceram dia 15 de Agosto de 2022 em Paris, França. Seu nascimento foi aguardado pelo mundo inteiro após o anúncio de gêmeos. Um fato curioso sobre seus nomes são a origem, o segundo nome de ambos é alemão a fim de mostrar a irmandade entre os países que um dia foram inimigos. Porém, os dois nasceram em meio a um segundo caos mundial.
Kate, assim que soube que seria mãe novamente, organizou uma viagem a Paris onde contaria para William. A noticia fora dada no topo da Torre Eiffel, regada de muita alegria e comemoração de ambas as partes. Semanas mais tarde a notícia de que um vírus desconhecido estava atingindo apenas mulheres grávidas e que todas essas que tivessem passado pelo país deveriam voltar de imediato para exames e recomendações se espalhou pelo mundo. Logo veio a notícia que o vírus tinha se espalhado mundialmente fez com que esse se reunisse mais uma vez. Não para combater uma guerra física contra um país e sim, para combater uma guerra genética. Uma guerra com algo que desconheciam.
Criados sem a luz dos holofotes, Vic e Arth como são chamados pelos familiares, tiveram a criação rígida e exemplar. Aparições públicas mantinham os gêmeos na mídia de forma mínima para não pesar em suas cabeças fardos que não lhes pertenciam. Pelo menos era o que lhe diziam, escondendo o verdadeiro medo de que algo tivesse os atingido. William e Kate tentavam, a todo custo, evitar que seus filhos se tornassem aquilo que corriam nos boatos. Seus esforços não foram medidos inclusive quando contrataram os melhores cientistas para fazer alguma coisa que acabasse com aquilo.

Aos 5 anos, Victória já demonstrava uma certa força quando abraçava carinhosamente alguém. Arthur não apresentara nada de incomum, era brincalhão desde cedo, costumava apontar a irmã como o incrível Hulk inclusive jogando tinta verde na mesma certa vez. Foi nessa idade que começaram o tratamento exclusivo feito pelos melhores cientistas do mundo.
Vic e Arth compartilhavam um amor incomum, sempre deixando claro que eram os dois juntos e nunca separados. Arth se tornou protetor, exemplo perfeito de cavalheirismo e muito carinhoso, Vic se tornou aquela menina meiga, carinhosa e calma a tornando uma cópia de sua mãe.

- Mamãe, pra quê isso?

Perguntou Arthur curioso ao ver duas agulhas, termômetro e medidor de pressão. Kate de forma paciente tirou a blusa do menino.

-Sua tosse e a tosse da sua irmã me preocuparam, não vai doer nada, nada.

Kate, William, Victoria e Arthur dividiam a sala com o médico de confiança, após medir a pressão e passar os detalhes o doutor se preparou para a aplicação.

– Vamos cantar pra passar mais rápido?

Perguntou Kate carinhosa enquanto passava a mão no rosto dos filhos. O menino de 5 anos negou com a cabeça.

- Eu vou primeiro, pra Vic ficar sem medo.

O pensamento protetor de Arth era algo admirável e que fazia seus pais sentirem cada vez mais orgulho.


delict
Estava chegando a festa de 16 anos de Chloé, irmã de uma amiga. Ainda estava com a sensação de tontura e sentia minhas mãos tremerem, não havia consumido droga e mantive meu copo intacto por terceiros não entendia o motivo de sentir essas coisas.
Ao chegar no quarto, tratei de tirar os sapatos jogando com cuidado para baixo da cama, deixei a bolsa em cima da cama e segui para o banheiro. Passava as mãos no rosto tentando me lembrar o que tinha comido de diferente, se bem que a sensação maldita me perseguia por dias e agora estava ficando mais forte.
Adentrei no banheiro me contorcendo para descer o zíper do vestido, ao consegui o deixei deslizar pelo meu corpo e cair no chão, dei um passo para o lado parando em frente a pia e ao espelho, retirar a maquiagem e tomar um banho de água bem quente para relaxar era quase um ritual.
Deixei a banheira enchendo me livrei da lingerie me enrolando no roupão guardando o que havia espalhado até ouvir alguém bater na porta.

-É o George... Chegou agora?
-Cheguei!
-Posso abrir?
-Estou de roupão, se não se importar...

Falei no mesmo tom que ele, estávamos tranquilos e ele como irmão
mais velho tentava controlar tudo.

-Não esquece que você confirmou presença na visita ao hospital, dorme agora para conseguir levantar cedo.

Ele falava enquanto eu rolava os olhos enquanto preparava minha cama, eu sabia dos meus compromissos e toda hora ele cismava em relembrar.

-Eu sei... Vou dormir, boa noite George.

Falei controlando meu tom para ele não perceber minha irritação mínima, me sentei na cama massageando minhas têmporas com os olhos fechados.

-Boa noite Vic...

Ele respondeu e então levantei da cama em um suspiro alto indo para o banheiro. Praticamente projetei meu corpo contra a porta, segurava firma a maçaneta e de forma preguiçosa a girei e então a vi praticamente cair em câmera lenta para dentro do banheiro.
O barulho estrondoso me fez pular de susto, o vapor do banheiro invadiu o quarto e coloquei de forma instantânea as mãos em minha boca espantada, o que tinha acontecido? Me perguntei até me assustar novamente com a invasão no meu quarto.

-O QUE FOI?

Meu pai gritou vindo até mim me virando para ele e apalpando meu corpo preocupada.

-SE MACHUCOU? VICTORIA!

Estava olhando incrédula para dentro do banheiro, meu pai viu a porta no chão e agitou as mãos no ar espantando o vapor para entrar no cômodo quente, desligou a bica da banheira e olhava com atenção todos os cantos do quarto procurando alguma explicação.
Minha mãe apertou meu roupão e fazia carinho em minha cabeça.

-O que aconteceu?

Ela perguntou baixo para mim, dei os ombros e pisquei algumas vezes, meu pai e aproximou olhando para o quarto até que George e Charlotte chegaram.

- O QUE ACONTECEU?

Eles perguntaram juntos e ambos olharam para a porta do banheiro no chão, a curiosidade os fez entrar e imitar nosso pai.

-Eu só fui abrir a porta e ela caiu.
-Você está tremendo, quer tomar água com açúcar?

Minha mãe perguntou preocupada.

-Vamos providenciar uma porta melhor pela manhã, acha que consegue dormir?

Meu pai perguntou me olhando, o olhei e sorri levemente

-Sim... Cadê o Arth?

Perguntei olhando em volta, o choque já havia passado e George acalmava os internos que trabalhavam pela noite, Charlotte analisava com atenção a porta e seu encaixe na parede.

-Parece que foi arrombado... Alguém tentou entrar aqui?

Ela perguntou sem desgrudar os olhos da parede

-Não, eu só fui abrir a porta. Eu fechei pro vapor ficar lá dentro como eu gosto e quando abri ela caiu. Cadê o Arth?

Perguntei novamente e minha mãe não soube responder, me afastei dela e fui para o closet pegar um sobretudo qualquer para poder circular pela mansão.

-Ele deve estar dormindo Vic.
-Não, ele iria ser o primeiro a estar aqui.
-Você não vai sair a essa hora atrás dele.

Meu pai deu a última palavra de forma autoritária, me escondi no closet pra tirar o roupão, por outra lingerie e vestir por cima o sobretudo.

-Eu vou ao quarto dele.

Falei saindo com passos largos e com pressa, abraçando meu próprio corpo com o frio que sentia. Ao abrir a porta do quarto de Arth a sentir bambear em minha mão.

-Merda.

Falei baixo segurando com cuidado a porta tentando a pôr de volta
no lugar, após conferir que o ambiente estava vazio decidi procurar pelo jardim, estábulo e na última opção sairia batendo de porta em porta pela cidade em busca do meu irmão.
Arthur me preocupava a cada instante, sua mudança total de temperamento, humor e personalidade me deixava mais confusa e irritada por saber que algo o incomodava e sem saber do que se tratava não conseguia o ajudar.
Ele, o irmão carinhoso e protetor, agora dava espaço a um irmão desleixado e mal educado. Não se tratava da fase rebelde, era mais que aquilo e eu podia sentir que era algo mais.
O procurava para contar sobre a tontura e minhas mãos que tremiam, olhava em volta o procurando pelos jardins e o chamava quando sentia a presença de alguém, não ousei tocar em nada.
Com passos rápidos olhava atentamente em volta até ver duas sombras bem próximas no jardim, cerrei meu olhar forçando minha visão para tentar reconhecer quem era. Seriam dois pervertidos se aproveitando do meu jardim? Ao me aproximar com passos cuidadosos logo reconheci a voz de Arth.

"Só vai doer um pouco."

Hesitei em me aproximar, afinal poderia ser algo íntimo. Segui pelas sombras até ver o que estava acontecendo, arregalei os olhos ao ver o guarda e Arth, sua energia me fez arrepiar de medo.

-Vai embora, Victoria!

Ele disse sem sequer me olhar.

-Não! O que você está fazendo?

Perguntei com passos lentos me aproximando, olhei para o soldado que estava com a boca aberta graças ao pano, sem entender olhei para Arth e me aproximei com rapidez do guarda tirando o pano que o mantinha calado.

-Desculpa pelo o ocorrido.

Disse de forma gentil, ainda sem entender metade do que tinha rolado, olhei para Arth aguardando resposta.
Não reconhecia aquele Arthur, estava apavorada e não tinha para onde pedir ajuda, me aproximei por impulso ficando ao lado de Arthur. Toquei sua mão e seu rosto para que ele me olhasse.

-Solta ele. Você está me assustando! Por favor Arth!

Sem controle acabei falando alto, o enfrentava cada vez quando tirava o pano da boca do guarda, tentava segurar Arth pelo ombro.

-Para Arthur! Para!!!

Estava me tremendo de nervoso, o sentimento que me consumia era a prepotência e o desgosto. Uma lanterna me fez olhar para trás e ver o chefe de segurança, Watson iria poder me ajudar, ao tentar me aproximar dele senti a mão de Arth em meu braço apertando sem piedade.

-Tá me machucando.

Falei tentando me soltar dele, onde estava a minha força quando eu precisava? Me perguntei tentando me soltar e batendo nos braços dele sem a força que geralmente tinha.

-Arthur, você está me machucando! Para!!

Estava amedrontada e minha voz embargada do choro,  aquele não era meu irmão e tinha certeza disso a cada segundo. Senti meu corpo ser lançado para o chão e sem equilíbrio caí.
Ele sumiu no breu, não poderia deixar ele machucar mais alguém, levantei sem muita pressa devido a fisgada que senti no tornozelo.

-A senhorita está bem? Ele parece estar ao efeito de drogas.
-Eu... Tô. Tô bem.

Falei desnorteada, o chefe me ajudava a caminhar em direção a mansão precisava pensar rápido. Cavalo!

-Por favor perdoem a atitude de Arthur, minha família compensará mais tarde com devidos créditos...

Falei de forma automática enquanto olhava em volta pensando no melhor caminho para chegar ao estábulo, me afastei de ambos e corria de forma manca o máximo que conseguia e ignorando a dor que não cessava.
Acendi as luzes indo até AnnLou, minha égua, peguei os objetos necessários e acaricie sua crina para a despertar sem que tivesse susto. Com cuidado e apesar de estar tremendo transpassava a tranquilidade para animal.

-Vamos...

Falei montando nela com pouco de dificuldade após sairmos do estábulo e a comandei ir rumo à cidade, precisava pensar rápido, pensar igual ao novo Arthur.
 O silêncio da madrugada foi interrompido pelo som de AnnLou, estávamos em pouca velocidade para que eu pudesse enxergar qualquer movimento mesmo sendo o mínimo. Estávamos indo por toda a cidade até que vi um movimento e frente ao hospital.
Não sabia o que pensar e nem em como agir, aquilo me deixava louca. O corpo de um homem ensanguentado no chão me fez ter náuseas, seu estado era horrível. Parei próxima a um poste de luz onde desmontei e amarrei AnnLou. Me aproximei do homem mancando e o mesmo estava desmaiado.
 Preocupada me agachei pondo minha mão em seu pescoço para sentir sua pulsação, ainda estava vivo.
Percebi que havia sujado meus dedos de sangue que estava ali e me surpreendi ao ver a maneira como minha pele absorveu o fluído, parecia uma esponja absorvendo a água, meu coração martelou mais forte em meu peito. Raiva, instinto e descontrole, podia sentir meu corpo ser movido como se fosse marionete, estava sendo marionete dos meu pensamentos, eles nunca ditos e obrigados a sumir de minha cabeça. Olhei para o homem e um sorriso sádico e involuntário se formou em meu rosto.
Agi de forma calada, com a blusa dele a rasguei pegando os pedaços e me servindo como luvas, limpei com cuidado o sangue em seu pescoço. Apoiei minhas mãos de forma estratégica.

-3... 2... 1...

Fiz a contagem refrassiva e pressionei minhas mãos contra o pescoço do homem o enforcando, apertei meu maxilar com tamanho nervoso que sentia e com tamanha vontade de quebrar todos seus ossos. Uma sequência de estalos fez com que eu passasse de apertar, já havia esmagado suas veias, músculos e principalmente os ossos. O analisava com carinho e então parecia que a anestesia fazia efeito naquela hora, me aproximei cada vez mais de seu rosto e toquei em umas gotas aleatórias perto de seu olho. Com meu polegar pincelava meu dedo pelo sangue enquanto desenhava um "V"
 Fechei o punho e de forma lenta me levantei, infelizmente ainda mancava, entrei no hospital e percebia olhares diferente para mim. Claro, o que a filha do Rei fazia sozinha, mancando e principalmente aquela hora da madrugada ali?
Parada na recepção fiquei em estado de choque, toda vez que piscava me via fazendo mal aquele homem ensanguentado na entrada, levei as mãos a boca me permitindo chorar até que uma enfermeira tocou meu ombro.

-NÃO! NÃO ME TOCA!

Berrei sem inibir o choro, estava pálida e minhas mãos tremiam mais que tudo, não era só a mão que tremia, minhas pernas estavam bambas e a dor ainda incomodava.

-Meu irmão, pra onde ele foi?

Perguntei para a enfermeira e logo uma outra apontou para a porta que dava para a garagem, ao caminhar uma tentou me segurar mas desviei de seu toque.
 Estava na garagem e o cheiro de gasolina era insuportável, torci o nariz enquanto caminhava compressa pelo lugar com alguns carros estacionados, sabia que meu irmão estava por perto. Ao ver a figura de Arthur no mesmo momento toda a adrenalina que corria por meu corpo se multiplicou.

-IRRESPONSÁVEL! IMATURO! VOCÊ ESTÁ MALUCO ARTHUR? VOCÊ... EU VOU... EU TE ODEIO! VOCÊ... TINHA QUE TER CUIDADO DE MIM!

Falava de forma confusa enquanto me aproximava dele em uma marcha rápida e forte, naquele momento não sentia dor no tornozelo.
Vi um vulto se aproximar de mim, em minha defesa arranhei o tal corpo e graças a unha grande o arranhei. Com meus braços junto ao meu corpo, com apenas um movimento o puxando para mim por cima das minhas costas o joguei contra o chão e o chutei longe acertando seu nariz e criando o caminho de sangue. Tudo o que precisava. Ouvi o berro de Arthur.

-CALA A BOCA!

Respondi me agachando molhando apenas meu polegar com o sangue que novamente foi absorvido pela minha pele, sorri agora satisfeita, peguei o braço do homem e o girei iniciando uma torção até que novamente Arthur me segurava.

-ME SOLTA!!

Falei acertando uma cotovelada em sua costela, me sentia diferente e de fato estava, me sentia grandiosa e invencível.
Arthur novamente ma agarrou e me debatia até que uma voz forme ecoou pelo lugar e vários barulhos de armas sendo destravadas. Arthur baixou a guarda para dar atenção ao homem e então me livrei de seus braços enquanto amarrava de forma forte o sobretudo que vestia.

-Eu vou matar esses caras, um por um.

Falava baixo sem controle algum, então de repente todo o efeito descontrolado sumia, sinal de que o homem havia morrido.
Pisquei de forma forte e senti meu tornozelo fiscar criando uma dor maior, me inclinei e manquei para frente me afastando do corpo.

-Por favor, preciso de um médico...

Falei com a voz afetada pela dor, naquele momento meu corpo todo doía como se tivesse levado uma surra.

-Por favor...

Pedi novamente dando mais um passo e então senti algo cortar minha pele e queimar dento de mim me fazendo reclamar alto de dor, olhei para meu braço que queimava e com minha mão livre cobri o ferimento que sangrava. Um tiro, havia levado um tiro! Afastei minha mão do ferimento vendo meu sangue, minha pele não absorvia o que me deixava mais tranquila, não sabia o que fazer, as dores estavam ficando mais agudas e começava a enxergar de forma turva até que ao piscar não consegui abrir os olhos novamente.

Meu corpo doia, meu braço na altura do ombro, meu tornozelo e principalmente minhas costas, abri os olhos de forma lenta já que aquela luz parecia corroer minhas córdeas de tão forte. Sem reconhecer o lugar uni as sobrancelhas olhando em volta e vendo Arthur ao meu lado, meu corpo estava adormecido e qualquer mínimo movimento trazia sua dor, me sentia dopada e a sonolência me obrigava a fechar os olhos. Talvez eu pudesse descobrir onde estava mais tarde. E então fechei novamente os olhos voltando a apagar sem nenhuma memória breve.

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Re: [FP] Windsor, Victoria Heidi

Mensagem por Frank Scherbitsky Rose em Qui Jun 18, 2015 9:47 pm


Aprovado


Uma mocinha meiga e sem apresentar perigosos, pelo menos essa é a primeira impressão de qualquer um. Qual é? Você e seu irmãozinho Arthur brigaram? Que descontrole. Espero que você não fique com problemas emocionais futuros por isso. Assassina? Que pena.
Bem vinda a Oblivion.

● ● ●

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